Sérgio Assis

Foto de Sergio Pereira Assis
Sérgio Assis
Sergio Pereira Assis (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2014 · último partido PSB
55 anos em 2014 · Masculino · Superior incompleto
Pecuarista

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sérgio Assis (Sérgio Pereira Assis) disputou 6 eleições entre 1996 e 2014, para deputado estadual, deputado federal, vice-governador e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2002; vereador de Campo Grande em 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MS: 42.314 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por MS, declarou R$ 461 mil em receitas: R$ 111 mil de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas (37 doadores), R$ 29 mil de empresas e R$ 300 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 461 mil, principalmente com pessoal (R$ 347 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 11 mil).

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Evolução da votação nas eleições

42.314 votos em 2010 · 6 eleições

A votação de Sergio Pereira Assis em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualGovernadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 461 mil em receitas · R$ 461 mil em gastos contratados

Sérgio Assis declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 461 mil em receitas: R$ 111 mil de outras campanhas, R$ 21 mil de doações privadas (37 doadores), R$ 29 mil de empresas e R$ 300 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 461 mil, principalmente com pessoal (R$ 347 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 33 mil).

Receitas em 2010R$ 461 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 461 milcontratados
Campanhas12010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 461 mil
37 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 24% · pessoas 5% · empresas 6% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 461 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 347 mil75,3%
  • Materiais impressosR$ 33 mil7,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 11 mil2,3%
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil1,1%
  • Outras 7 categoriasR$ 66 mil14,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1996 e 2002

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892