- PessoalR$ 22 mil33,4%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil20,5%
- Publicidade por carros de somR$ 7 mil10,6%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil6,2%
- Outras 9 categoriasR$ 19 mil29,3%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sandro Fabi disputou 5 eleições entre 1994 e 2006, para deputado estadual, prefeito e 1º suplente senador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 1998; 1º suplente senador em 1994. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Corumbá/MS: 17.041 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por MS, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas, R$ 48 mil de empresas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com pessoal (R$ 22 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 13 mil) e publicidade por carros de som (R$ 7 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sandro Fabi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sandro Fabi declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 2 mil de doações privadas, R$ 48 mil de empresas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 65 mil, principalmente com pessoal (R$ 22 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 13 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.