Melo Irmão

Melo Irmão
Jose Florencio de Melo Irmão (nome civil)
3 eleições entre 2002 e 2008 · último partido PSB
47 anos em 2008 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Melo Irmão (Jose Florencio de Melo Irmão) disputou 3 eleições entre 2002 e 2008, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por MS: 6.787 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Campo Grande/MS, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 7 mil de empresas e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil), despesas postais (R$ 3 mil) e telefone (R$ 3 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

2.531 votos em 2008 · 3 eleições

A votação de Jose Florencio de Melo Irmão em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 23 mil em receitas · R$ 23 mil em gastos contratados

Melo Irmão declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Campo Grande (MS) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 8 mil de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (10 doadores), R$ 7 mil de empresas e R$ 600 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 4 mil) e despesas postais (R$ 3 mil).

Receitas em 2008R$ 23 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 23 milcontratados
Campanhas12008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2008Vereador, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 34% · pessoas 34% · empresas 30% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil16,8%
  • Despesas postaisR$ 3 mil15,3%
  • TelefoneR$ 3 mil12,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil9,7%
  • Outras 9 categoriasR$ 10 mil45,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892