Altair Vilar (Altair de Jesus Vilar Guimarães) disputou 5 eleições entre 2000 e 2008, para vice-prefeito, deputado estadual, vereador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vice-prefeito de Ipatinga em 2008; vereador de Ipatinga em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por MG: 27.296 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por MG, declarou R$ 900 mil em receitas: R$ 284 mil de doações privadas (77 doadores), R$ 237 mil de recursos próprios, R$ 215 mil de outras origens e R$ 163 mil do partido e de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 159 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 45 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 23 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Altair de Jesus Vilar Guimarães em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.