Jonatas Freitas

Foto de Jonatas Lopes Freitas
Jonatas Freitas
Jonatas Lopes Freitas (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2014 · último partido PT do B
51 anos em 2014 · Masculino · Ensino médio completo
Produtor Agropecuário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jonatas Freitas (Jonatas Lopes Freitas) disputou 7 eleições entre 1994 e 2014, para deputado federal, vice-prefeito, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MA: 15.999 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por MA, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 16 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 10 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil), serviços de terceiros (R$ 10 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 800). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil.

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Evolução da votação nas eleições

15.999 votos em 2010 · 7 eleições

A votação de Jonatas Lopes Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 36 mil em receitas · R$ 36 mil em gastos contratados

Jonatas Freitas declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Barra do Corda (MA) em 2008, e deputado federal por Maranhão em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 36 mil em receitas: R$ 16 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 10 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 36 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 24 mil) e serviços de terceiros (R$ 10 mil). Em 2008, R$ 1 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 36 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 36 milcontratados
Gastos em 2008R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2010Deputado federal, MaranhãoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 44% · pessoas 28% · empresas 28%
Gasto contratado
R$ 36 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 24 mil67,9%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil28,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 8002,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 6411,8%
2008Vereador, Barra do Corda (MA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 1 mil100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 1998

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892