Samuka

Foto de Antonio Benjamim de Morais
Samuka
Antonio Benjamim de Morais (nome civil)
3 eleições entre 2002 e 2010 · último partido PTB
49 anos em 2010 · Masculino · Superior incompleto
Administrador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Samuka (Antonio Benjamim de Morais) disputou 3 eleições entre 2002 e 2010, para deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado distrital por DF: 1.542 votos. Na campanha de 2010 para deputado distrital por DF, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 50 mil de outros recursos do partido, R$ 6 mil de empresas e R$ 900 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil), materiais de expediente (R$ 21 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 50). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.159 votos em 2010 · 3 eleições

A votação de Antonio Benjamim de Morais em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. Distrital

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 57 mil em receitas · R$ 57 mil em gastos contratados

Samuka declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 57 mil em receitas: R$ 50 mil de outros recursos do partido, R$ 6 mil de empresas e R$ 900 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 57 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 22 mil) e materiais de expediente (R$ 21 mil). Em 2006, R$ 8 mil em gastos contratados.

Receitas em 2010R$ 57 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 57 milcontratados
Gastos em 2006R$ 8 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 57 mil
sem doações de pessoas
partido 88% · empresas 10% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 57 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 22 mil38,8%
  • Materiais de expedienteR$ 21 mil36,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 50menos de 0,1%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 0menos de 0,1%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 600 lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil24,6%
2006Deputado distrital, Distrito FederalVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 9 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil23,9%
  • Materiais impressosR$ 1401,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 340,4%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 260,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil73,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892