- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 213 mil55,9%
- Materiais impressosR$ 95 mil25,0%
- Serviços de terceirosR$ 59 mil15,5%
- Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil1,2%
- Outras 5 categoriasR$ 9 mil2,4%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Reguffe (José Antônio Machado Reguffe) disputou 5 eleições entre 1998 e 2014, para senador, deputado federal e deputado distrital. Ele foi eleito 3 vezes: senador em 2014; deputado federal em 2010; deputado distrital em 2006. A maior votação foi em 2014, para senador por DF: 826.576 votos. No Senado Federal, teve R$ 154,1 milhões empenhados em 47 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 2 municípios; 84% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2014 para senador por DF, declarou R$ 407 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Partidário, R$ 253 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 381 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 213 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 95 mil) e serviços de terceiros (R$ 59 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 120 mil em 2010 e R$ 38 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Antonio Machado Reguffe em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Reguffe declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2006, deputado federal por Distrito Federal em 2010, e senador por Distrito Federal em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 407 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Partidário, R$ 253 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 381 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 213 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 95 mil). Em 2010, R$ 120 mil em gastos contratados; em 2006, 45% dos R$ 38 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Reguffe teve R$ 154,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 47 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 2 municípios. Já foram pagos R$ 130,1 milhões (84%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (75%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Catalão e Várzea Grande. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 107,4 milhões em 29 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 46,7 milhões em 18 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 49,4 milhões | R$ 49,4 milhões | 100% | 9 | 2 |
| 2022 | R$ 15,9 milhões | R$ 13,8 milhões | 87% | 3 | 0 |
| 2021 | R$ 14,3 milhões | R$ 11,2 milhões | 78% | 4 | 0 |
| 2020 | R$ 11,7 milhões | R$ 5,8 milhões | 50% | 5 | 0 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 91,2 milhões | R$ 80,2 milhões | 88% | 21 | 2 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.