- PessoalR$ 90 mil56,6%
- Materiais impressosR$ 37 mil23,0%
- Serviços de terceirosR$ 24 mil15,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 8 mil5,0%
- Outras 2 categoriasR$ 5140,3%
Segundo o Radar do Voto, Reginaldo Bacci (PDT) ficou como suplente de deputado federal pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 999 votos, pelo resultado oficial do TSE. Reginaldo Bacci (Reginaldo Bacci Acunha) disputou 6 eleições entre 1998 e 2026, para deputado federal, prefeito, vice-prefeito e deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Pelotas/RS: 6.514 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 222 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 20 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 159 mil, principalmente com pessoal (R$ 90 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 37 mil) e serviços de terceiros (R$ 24 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 357 mil em 2024 e R$ 77 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Reginaldo Bacci Acunha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Reginaldo Bacci declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2018 e 2026, e prefeito em Pelotas (RS) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 222 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 100 mil do Fundo Partidário, R$ 20 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 159 mil, principalmente com pessoal (R$ 90 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 37 mil); R$ 119 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 357 mil em gastos; em 2018, R$ 77 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.