- Materiais impressosR$ 404 mil43,0%
- Militância e mobilização de ruaR$ 340 mil36,2%
- Locação de imóveisR$ 52 mil5,5%
- Serviços de terceirosR$ 48 mil5,2%
- Outras 13 categoriasinclui R$ 17 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 95 mil10,1%

Vitor Paulo (Vitor Paulo Araujo dos Santos) disputou 3 eleições entre 2002 e 2014, para deputado federal e deputado distrital, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2010. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por RJ: 157.580 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 9,5 milhões empenhados em 11 emendas individuais ao orçamento de 2019, para 1 município; 62% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2014 para deputado federal por DF, declarou R$ 938 mil em receitas: R$ 126 mil do Fundo Partidário, R$ 735 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 65 mil de doações privadas (32 doadores) e R$ 13 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 938 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 404 mil), militância e mobilização de rua (R$ 340 mil) e locação de imóveis (R$ 52 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 510 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Vitor Paulo Araujo dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Vitor Paulo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2010, e deputado federal por Distrito Federal em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 938 mil em receitas: R$ 126 mil do Fundo Partidário, R$ 735 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 65 mil de doações privadas (32 doadores) e R$ 13 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 938 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 404 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 340 mil). Em 2010, R$ 510 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Vitor Paulo teve R$ 9,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 11 emendas individuais ao orçamento de 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 1 município. Já foram pagos R$ 5,9 milhões (62%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (55%). A cidade que mais recebeu foi Varginha.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 9,4 milhões | R$ 5,8 milhões | 61% | 10 | 1 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.