- Materiais impressosR$ 15 mil57,0%
- Serviços de terceirosR$ 5 mil20,1%
- Locação de imóveisR$ 2 mil9,1%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil5,7%
- Outras 3 categoriasR$ 2 mil8,2%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Aires Costa (Aires Pinheiro Costa) disputou 5 eleições entre 1998 e 2014, para deputado distrital. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado distrital por DF: 11.004 votos. Na campanha de 2014 para deputado distrital por DF, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 316 de outras campanhas e R$ 26 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil), serviços de terceiros (R$ 5 mil) e locação de imóveis (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 21 mil em 2010 (66% com despesas postais) e R$ 87 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Aires Pinheiro Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Aires Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado distrital por Distrito Federal em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 316 de outras campanhas e R$ 26 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 15 mil) e serviços de terceiros (R$ 5 mil). Em 2010, 66% dos R$ 21 mil em gastos contratados foram com despesas postais; em 2006, 45% dos R$ 87 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.