- PessoalR$ 752 mil40,8%
- Materiais impressosR$ 464 mil25,2%
- AlimentaçãoR$ 235 mil12,7%
- Serviços de terceirosR$ 178 mil9,7%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 215 mil11,7%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Paulo Octávio Po (Paulo Octávio Alves Pereira) disputou 6 eleições entre 1990 e 2022, para governador, vice-governador, senador e deputado federal. Ele foi eleito 4 vezes: vice-governador em 2006; senador em 2002; deputado federal em 1998 e 1990. A maior votação foi em 2002, para senador por DF: 553.707 votos. Na campanha de 2022 para governador por DF, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 940 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 198 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 710 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com pessoal (R$ 752 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 464 mil) e alimentação (R$ 235 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Octávio Alves Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Octávio Po declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: governador por Distrito Federal em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 940 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 198 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 710 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com pessoal (R$ 752 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 464 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.