7 eleições entre 2002 e 2014 · último partido PROS
51 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Médico
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Chico Rodrigues (Francisco Rodrigues Filho) disputou 7 eleições entre 2002 e 2014, para deputado estadual, vice-prefeito, prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Fortaleza em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por CE: 18.668 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por CE, declarou R$ 10 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e transporte ou deslocamento (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 65 em 2008 e R$ 25 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
2.832 votos em 2014 · 7 eleições
A votação de Francisco Rodrigues Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualVereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos contratados
Dr. Chico Rodrigues declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Ceará em 2006 e 2010, e prefeito em Nova Russas (CE) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 10 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Em 2008, R$ 65 em gastos contratados; em 2006, 71% dos R$ 25 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2010R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 10 milcontratados
Gastos em 2008R$ 65contratados, campanha encerrada
Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1 mil3,9%
Serviços de terceirosR$ 7002,7%
Outras 2 categoriasR$ 3871,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2010VOTOS ANULADOSINDEFERIDO9.590GCE · 47 anos · Superior completo · Médico · PTB · nº 14563 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Prefeito · 2008—LNova Russas, Ceará · 45 anos · Superior completo · Médico · PHS · nº 31 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Deputado Estadual · 2002SUPLENTE7.155GCE · 39 anos · Superior completo · Medico · PSL · nº 17700 · ver resultado completo
Coligação: PAN / PT do B / PSL / PSC / PSDC / PRTB
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.