10 eleições entre 1982 e 2022 · último partido PTB
73 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Senador
redes informadas ao TSE
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Collor (Fernando Affonso Collor de Mello) disputou 10 eleições entre 1982 e 2022, para governador, senador, prefeito, presidente e deputado federal. Ele foi eleito 5 vezes: senador em 2014 e 2006; presidente em 1989; governador em 1986; deputado federal em 1982. A maior votação foi em 1989, para presidente: 35.090.206 votos. No Senado Federal, teve R$ 157,8 milhões empenhados em 65 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 70 municípios; 89% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para governador por AL, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário e R$ 108 mil de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 534 mil), locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 228 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 130 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 736 mil em 2018 e R$ 2,1 milhões em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
223.585 votos em 2022 · 10 eleições
A votação de Fernando Affonso Collor de Mello em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,2 milhão em gastos
Collor declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: senador por Alagoas em 2006 e 2014, e governador por Alagoas em 2010, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 25 mil do Fundo Partidário e R$ 108 mil de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 534 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 228 mil). Em 2018, R$ 736 mil em gastos; em 2014, 56% dos R$ 2,1 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Receitas em 2022R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,2 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 736 milcampanha encerrada; tudo pago
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 31 mil8,1%
Serviços de terceirosR$ 30 mil7,9%
Outras 8 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 134 mil35,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 157,8 milhões empenhados · 89% pago · 65 emendas em 70 municípios
Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263
No Senado Federal, Collor teve R$ 157,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 65 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 70 municípios. Já foram pagos R$ 141,2 milhões (89%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Maceió, São José da Laje e Arapiraca. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 106,6 milhões em 30 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 51,2 milhões em 35 emendas.2
EmpenhadoR$ 157,8 milhõesorçamentos de 2016 a 2023
PagoR$ 141,2 milhões89% do empenhado, com restos a pagar
Emendas65individuais
Municípios70diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2019 a 2022)
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2023
R$ 55,9 milhões
R$ 54,4 milhões
97%
12
10
2022
R$ 18,2 milhões
R$ 18,1 milhões
99%
5
7
2021
R$ 15,5 milhões
R$ 11,5 milhões
74%
4
15
2020
R$ 15,7 milhões
R$ 15 milhões
95%
6
8
Legislatura 2019 a 2022
R$ 105,3 milhões
R$ 99,1 milhões
94%
27
30
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
1SaúdeR$ 58,9 milhões55,2%
2Encargos EspeciaisR$ 27,4 milhões25,7%
3UrbanismoR$ 7,2 milhões6,8%
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
1MaceióR$ 10,3 milhões9,6%
2São José da LajeR$ 9,8 milhões9,2%
3ArapiracaR$ 6,1 milhões5,7%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
4
Candidaturas
10 candidaturas · eleito em 1989, 2006 e 2014
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Governador · 2022NÃO ELEITO223.585GAL · 73 anos · Branca · Superior completo · Senador · PTB · nº 14 · ver resultado completo
Governador · 2018—GAL · 69 anos · Branca · Superior completo · Economista · PTC · nº 36 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleição
Prefeito · 2000—LSão Paulo, São Paulo · 51 anos · Superior completo · Economista · PRTB · nº 28 · situação constava como indeferido nos dados do TSE · ver a eleição
Presidente · 19892º turnoELEITO35.090.206GBR · 40 anos · PRN · nº 20 · ver resultado completo
Presidente · 19891º turnoAO 2º TURNO20.611.030GBR · 40 anos · PRN · nº 20 · ver resultado completo
Governador · 1986ELEITO400.246GAL · 37 anos · PMDB · nº 15 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1982ELEITO55.124GAL · 33 anos · PDS · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.