Daniel do Sintesac

Foto de Antonio José Correia Daniel
Daniel do Sintesac
Antonio José Correia Daniel (nome civil)
4 eleições entre 1996 e 2014 · último partido PSDB
45 anos em 2014 · Masculino · Ensino médio completo
Servidor Público Estadual

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Daniel do Sintesac (Antonio José Correia Daniel) disputou 4 eleições entre 1996 e 2014, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por AC: 1.194 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por AC, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 200 do Fundo Partidário, R$ 100 de outras campanhas e R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 200). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil.

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Evolução da votação nas eleições

1.194 votos em 2014 · 4 eleições

A votação de Antonio José Correia Daniel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 8 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

Daniel do Sintesac declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Acre em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 200 do Fundo Partidário, R$ 100 de outras campanhas e R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores). Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 200). Em 2010, R$ 6 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 4 milcontratados
Gastos em 2010R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
4 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 3% · partido e outras campanhas 1% · pessoas 96%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil47,3%
  • Materiais impressosR$ 2005,2%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil47,5%
2010Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 25% · pessoas 10% · próprios 64%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 59010,3%
  • Materiais impressosR$ 5609,7%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 2414,2%
  • Eventos de promoção da candidaturaR$ 1202,1%
  • Outras 3 categoriasR$ 4 mil73,7%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892