Manoel Machado

Foto de Manoel Machado da Rocha
Manoel Machado
Manoel Machado da Rocha (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2022 · último partido SOLIDARIEDADE
80 anos em 2022 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Manoel Machado (Manoel Machado da Rocha) disputou 7 eleições entre 1994 e 2022, para deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1994, para deputado estadual por AC: 2.347 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por AC, declarou R$ 30 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 116 em 2010 e R$ 3 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

509 votos em 2022 (anulados) · 7 eleições

A votação de Manoel Machado da Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 30 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Manoel Machado declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Rio Branco (AC) em 2008, e deputado estadual por Acre em 2010 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 30 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 10 mil). Em 2010, R$ 116 em gastos contratados; em 2008, R$ 3 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 116contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 30 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil100,0%
2010Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 116
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 57% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 116
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 3126,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1916,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 6656,7%
2008Vereador, Rio Branco (AC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892