Beyruth

Foto de Carlos Augusto Beyruth Borges
Beyruth
Carlos Augusto Beyruth Borges (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2022 · último partido PSDB
70 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Beyruth (Carlos Augusto Beyruth Borges) disputou 8 eleições entre 1994 e 2022, para senador, 2º suplente senador, deputado estadual, vereador e 1º suplente senador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Rio Branco em 2000 e 1996; 1º suplente senador em 1994. A maior votação foi em 1996, para vereador em Rio Branco/AC: 1.630 votos. Na campanha de 2006 para deputado estadual por AC, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 450 de outras campanhas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 1 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 586).

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Evolução da votação nas eleições

237 votos em 2006 · 8 eleições

A votação de Carlos Augusto Beyruth Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorVereadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2006: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Beyruth declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Acre em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 450 de outras campanhas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 1 mil).

Gastos em 2006R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2022Senador, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2006Deputado estadual, AcreVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 9% · próprios 91%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil52,7%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 1 mil23,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 58611,7%
  • Serviços de terceirosR$ 5009,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 941,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1994, 1996 e 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892