- Serviços de terceirosR$ 16 mil18,7%
- Materiais impressosR$ 11 mil12,6%
- Publicidade por carros de somR$ 8 mil8,6%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil6,7%
- Outras 10 categoriasR$ 47 mil53,4%
Rilton (Hilton Faria da Silva) disputou 5 eleições entre 1998 e 2008, para vereador, deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Palmas em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por TO: 3.927 votos. Na campanha de 2008 para vereador em Palmas/TO, declarou R$ 88 mil em receitas: R$ 51 mil de outras campanhas, R$ 26 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 88 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 16 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e publicidade por carros de som (R$ 8 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 11 mil, 41% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Hilton Faria da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rilton declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2006, e vereador em Palmas (TO) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 88 mil em receitas: R$ 51 mil de outras campanhas, R$ 26 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 88 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 16 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Em 2006, 41% dos R$ 11 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.