Dete Nunes

Foto de Deusdedit Nunes Pinheiro Sobrinho
Dete Nunes
Deusdedit Nunes Pinheiro Sobrinho (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2012 · último partido PSDB
49 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual

Dete Nunes (Deusdedit Nunes Pinheiro Sobrinho) disputou 6 eleições entre 2000 e 2012, para vereador, deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por TO: 4.504 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Palmas/TO, declarou R$ 38 mil em receitas: R$ 22 mil de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil.

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Evolução da votação nas eleições

449 votos em 2012 · 6 eleições

A votação de Deusdedit Nunes Pinheiro Sobrinho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 38 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos contratados

Dete Nunes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Tocantins em 2010, e vereador em Palmas (TO) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 38 mil em receitas: R$ 22 mil de outras campanhas, R$ 12 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 mil). Em 2010, R$ 6 mil em gastos contratados.

Receitas em 2012R$ 38 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 20 milcontratados
Gastos em 2010R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Palmas (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 38 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 59% · pessoas 32% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 10 mil51,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil13,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil13,5%
  • Materiais impressosR$ 2 mil12,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil8,7%
2010Deputado estadual, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 92% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5008,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 90,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 6 mil91,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892