João Emídio

Foto de João Emidio Felipe de Miranda
João Emídio
João Emidio Felipe de Miranda (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PV
58 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, João Emídio (João Emidio Felipe de Miranda) disputou 5 eleições entre 1996 e 2018, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Brasilândia do Tocantins em 2012, 2008, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Brasilândia do Tocantins/TO: 1.314 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por TO, declarou R$ 3 mil em receitas, de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 37 mil em 2012 e R$ 27 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

880 votos em 2012 (eleito) · 5 eleições

A votação de João Emidio Felipe de Miranda em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 3 mil em receitas

João Emídio declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Brasilândia do Tocantins (TO) em 2008 e 2012, e deputado estadual por Tocantins em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 3 mil em receitas, de doações privadas. Em 2012, R$ 37 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 27 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 37 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2018Deputado estadual, TocantinsVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2012Prefeito, Brasilândia do Tocantins (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 99 mil
4 doadores pessoas físicas
partido 11% · pessoas 24% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 37 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 14 mil37,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil16,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil16,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 mil8,3%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil21,5%
2008Prefeito, Brasilândia do Tocantins (TO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 37% · pessoas 56% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil19,2%
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil12,3%
  • Materiais impressosR$ 3 mil9,7%
  • PessoalR$ 2 mil5,8%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil53,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892