Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Donizeti Nogueira (Divino Donizeti Borges Nogueira) disputou 4 eleições entre 1990 e 2014, para 1º suplente, deputado federal, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: 1º suplente em 2014. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por TO: 25.231 votos. No Senado Federal, teve R$ 12,2 milhões empenhados em 4 emendas individuais ao orçamento de 2016, para 8 municípios; 69% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2010 para deputado federal por TO, declarou R$ 392 mil em receitas: R$ 195 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 30 mil de doações privadas (41 doadores), R$ 166 mil de empresas e R$ 931 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 392 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 114 mil), publicidade por carros de som (R$ 54 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 24 mil).
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Evolução da votação nas eleições
25.231 votos em 2010 · 4 eleições
A votação de Divino Donizeti Borges Nogueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
Dep. EstadualSenadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 392 mil em receitas · R$ 392 mil em gastos contratados
Donizeti Nogueira declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por Tocantins em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 392 mil em receitas: R$ 195 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 30 mil de doações privadas (41 doadores), R$ 166 mil de empresas e R$ 931 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 392 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 114 mil) e publicidade por carros de som (R$ 54 mil).
partido e outras campanhas 50% · pessoas 8% · empresas 42% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 392 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 114 mil29,2%
Publicidade por carros de somR$ 54 mil13,9%
Cessão ou locação de veículosR$ 24 mil6,1%
Transporte ou deslocamentoR$ 23 mil5,9%
Outras 8 categoriasinclui R$ 82 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 176 mil44,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 12,2 milhões empenhados · 69% pago · 4 emendas em 8 municípios
Senado Federal. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263
No Senado Federal, Donizeti Nogueira teve R$ 12,2 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 4 emendas individuais ao orçamento de 2016 (legislatura 2015 a 2018), para 8 municípios. Já foram pagos R$ 8,4 milhões (69%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (44%). As cidades que mais receberam foram Palmas, Chapada da Natividade e Divinópolis do Tocantins.2
EmpenhadoR$ 12,2 milhõesorçamento de 2016
PagoR$ 8,4 milhões69% do empenhado, com restos a pagar
Emendas4individuais
Municípios8diferentes
Por ano do orçamento
Orçamento
Empenhado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2016
R$ 12,2 milhões
R$ 8,4 milhões
69%
4
8
Funções que mais receberam
1SaúdeR$ 5,4 milhões44,1%
2UrbanismoR$ 4,8 milhões39,4%
3AgriculturaR$ 2 milhões16,4%
Municípios que mais receberam
1PalmasR$ 6,6 milhões54,3%
2Chapada da NatividadeR$ 695 mil5,7%
3Divinópolis do TocantinsR$ 686 mil5,6%
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
4
Candidaturas
4 candidaturas · eleito em 2014
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
1º Suplente · 2014ELEITO282.052GTO · 59 anos · Branca · Superior completo · Administrador · PT · nº 155 · suplente de senador não recebe voto nominal · ver resultado completo
Deputado Estadual · 1990505não eleitoGTO · 35 anos · PT · nº 13101 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.