- Serviços de terceirosR$ 59 mil35,6%
- Materiais impressosR$ 46 mil27,3%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 25 mil15,1%
- Publicidade por adesivosR$ 11 mil6,7%
- Outras 7 categoriasR$ 25 mil15,3%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcos Monti (Marcos Roberto Casquel Monti) disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de São Manuel em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em São Manuel/SP: 12.922 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em São Manuel/SP, declarou R$ 167 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Partidário, R$ 25 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 82 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 167 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 59 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 25 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 108 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcos Roberto Casquel Monti em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marcos Monti declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em São Manuel (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 167 mil em receitas: R$ 60 mil do Fundo Partidário, R$ 25 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 82 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 167 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 59 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil). Em 2012, R$ 108 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.