Daniel Caldeira Mateus

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Daniel Caldeira Mateus
12 eleições entre 1998 e 2020 · último partido PTC
69 anos em 2020 · Masculino · Ensino médio incompleto
Comerciante
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Daniel Caldeira (Daniel Caldeira Mateus) disputou 12 eleições entre 1998 e 2020, para vereador, deputado estadual, deputado federal e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por SP: 5.672 votos. Na campanha de 2018 para deputado estadual por SP, declarou R$ 300 em receitas, de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 100 em 2016 (100% com serviços de terceiros) e R$ 62 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

121 votos em 2020 · 12 eleições

A votação de Daniel Caldeira Mateus em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 300 em receitas

Daniel Caldeira declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, 2010 e 2014, vereador em São José do Rio Preto (SP) em 2008, 2012 e 2016, e deputado estadual por São Paulo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 300 em receitas, de doações privadas. Em 2016, 100% dos R$ 100 em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 49% dos R$ 62 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Gastos em 2016R$ 100contratados, campanha encerrada
Campanhas8de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São José do Rio Preto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 300
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Vereador, São José do Rio Preto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 100
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 100
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 100100,0%
Ver as 5 campanhas anteriores
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 62 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 47% · empresas 53%
Gasto contratado
R$ 62 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 30 mil49,1%
  • Materiais impressosR$ 11 mil18,0%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 11 mil17,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil8,0%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil7,2%
2012Vereador, São José do Rio Preto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 15 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 99%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil60,1%
  • Serviços de terceirosR$ 4 mil27,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil9,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4503,0%
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 55 mil
35 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 27% · pessoas 73%
Gasto contratado
R$ 55 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 21 mil38,4%
  • Materiais impressosR$ 14 mil26,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7501,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5000,9%
  • Outras 3 categoriasR$ 18 mil33,2%
2008Vereador, São José do Rio Preto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 45% · pessoas 29% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil25,3%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil25,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 440,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil49,0%
2006Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 37 mil
34 doadores pessoas físicas
pessoas 87% · próprios 12%
Gasto contratado
R$ 37 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 28 mil73,9%
  • Materiais impressosR$ 6 mil15,6%
  • Serviços de terceirosR$ 5331,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 2320,6%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil8,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

12 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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