Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Guilherme Correia (Guilherme da Silva Correia) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vereador. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Santana de Parnaíba em 2012, 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2008, para vereador em Santana de Parnaíba/SP: 2.212 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Santana de Parnaíba/SP, declarou R$ 800 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 789, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 419), pessoal (R$ 330) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 40). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 16 mil em 2016 (46% com publicidade por jornais e revistas) e R$ 30 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
316 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Guilherme da Silva Correia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 800 em receitas · R$ 789 em gastos
Guilherme Correia declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Santana de Parnaíba (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 800 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 789, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 419) e pessoal (R$ 330). Em 2016, 46% dos R$ 16 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas; em 2012, R$ 30 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 800campanha encerrada
Gastos em 2020R$ 789campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 16 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 4% · pessoas 55% · empresas 23% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 30 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por jornais e revistasR$ 13 mil43,8%
Materiais impressosR$ 10 mil34,5%
Despesas postaisR$ 3 mil11,2%
Materiais de expedienteR$ 1540,5%
Outras 3 categoriasR$ 3 mil10,0%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2020SUPLENTE316LSantana de Parnaíba, São Paulo · 46 anos · Branca · Superior completo · Engenheiro · PSD · nº 55055 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2016—LSantana de Parnaíba, São Paulo · 42 anos · Branca · Superior completo · Engenheiro · PATRIOTA · nº 51555 · o TSE não publicou votação desta candidatura · ver a eleição
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA669LSantana de Parnaíba, São Paulo · 26 anos · Lê e escreve · Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados · PFL · nº 25555 · ver resultado completo
Coligação: PFL / PSDB
Vereador · 1996SUPLENTE195LSantana de Parnaíba, São Paulo · 22 anos · Dado Inexistente · PFL · nº 25622 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.