Boreli

Foto de Oswaldo Luiz Oliveira Borrelli
Boreli
Oswaldo Luiz Oliveira Borrelli (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSDB
64 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Boreli (Oswaldo Luiz Oliveira Borrelli) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vice-prefeito de Santana de Parnaíba em 2016 e 2012; vereador de Santana de Parnaíba em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SP: 3.605 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SP, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas, R$ 4 mil de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com despesas postais (R$ 5 mil), publicidade por telemarketing (R$ 3 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 1 mil).

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Evolução da votação nas eleições

3.605 votos em 2010 · 6 eleições

A votação de Oswaldo Luiz Oliveira Borrelli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 19 mil em receitas · R$ 19 mil em gastos contratados

Boreli declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por São Paulo em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 19 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 500 de doações privadas, R$ 4 mil de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 19 mil, principalmente com despesas postais (R$ 5 mil) e publicidade por telemarketing (R$ 3 mil).

Receitas em 2010R$ 19 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 19 milcontratados
Campanhas12010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 3% · empresas 20% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Despesas postaisR$ 5 mil28,3%
  • Publicidade por telemarketingR$ 3 mil17,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil5,3%
  • Materiais impressosR$ 9505,1%
  • Outras 2 categoriasR$ 8 mil44,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2004, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892