- Militância e mobilização de ruaR$ 131 mil44,5%
- PessoalR$ 49 mil16,6%
- Materiais impressosR$ 48 mil16,4%
- AlimentaçãoR$ 19 mil6,6%
- Outras 8 categoriasR$ 47 mil15,8%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Agripino Lima (Agripino de Oliveira Lima Filho) disputou 5 eleições entre 1998 e 2016, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Presidente Prudente em 2004 e 2000; deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 1998, para deputado estadual por SP: 198.544 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Presidente Prudente/SP, declarou R$ 295 mil em receitas: R$ 288 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 295 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 131 mil), pessoal (R$ 49 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 431 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Agripino de Oliveira Lima Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Agripino Lima declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Presidente Prudente (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 295 mil em receitas: R$ 288 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 295 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 131 mil) e pessoal (R$ 49 mil). Em 2012, R$ 431 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.