Lauro Verdureiro

Foto de Lauro Fernandes da Silveira
Lauro Verdureiro
Lauro Fernandes da Silveira (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PT
76 anos em 2016 · Masculino · Lê e escreve
Comerciante

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Lauro Verdureiro (Lauro Fernandes da Silveira) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Miguelópolis/SP: 311 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Miguelópolis/SP, declarou R$ 640 em receitas: R$ 150 de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 190 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 610, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 310) e serviços de terceiros (R$ 300). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 415 em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 545 em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

25 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Lauro Fernandes da Silveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 640 em receitas · R$ 610 em gastos contratados

Lauro Verdureiro declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Miguelópolis (SP) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 640 em receitas: R$ 150 de outras campanhas, R$ 300 de doações privadas e R$ 190 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 610, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 310) e serviços de terceiros (R$ 300). Em 2012, 100% dos R$ 415 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 545 em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 640campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 610contratados
Gastos em 2012R$ 415contratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Miguelópolis (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 640
doações de pessoas
partido e outras campanhas 23% · pessoas 47% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 610
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 31050,8%
  • Serviços de terceirosR$ 30049,2%
2012Vereador, Miguelópolis (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 415
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 16% · próprios 84%
Gasto contratado
R$ 415
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 415100,0%
2008Vereador, Miguelópolis (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 545
doações de pessoas
partido e outras campanhas 69% · pessoas 31%
Gasto contratado
R$ 545
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 545100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892