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Prof. João Brasil

Foto de João Brasil Soares
Prof. João Brasil
João Brasil Soares (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2010 · último partido PMDB
69 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental

Prof. João Brasil (João Brasil Soares) disputou 4 eleições entre 2000 e 2010, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SP: 327 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SP, declarou R$ 200 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 197, principalmente com comícios (R$ 100), combustíveis e lubrificantes (R$ 97) e bens permanentes (R$ 0). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 55% com bens permanentes.

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Evolução da votação nas eleições

327 votos em 2010 · 4 eleições

A votação de João Brasil Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 200 em receitas · R$ 197 em gastos contratados

Prof. João Brasil declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Itaquaquecetuba (SP) em 2008, e deputado estadual por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 200 em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 197, principalmente com comícios (R$ 100) e combustíveis e lubrificantes (R$ 97). Em 2008, 55% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com bens permanentes.

Receitas em 2010R$ 200campanha encerrada
Gastos em 2010R$ 197contratados
Gastos em 2008R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 200
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 197
o TSE não publica o pago deste ano
  • ComíciosR$ 10050,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 9749,2%
  • Bens permanentesR$ 0menos de 0,1%
2008Vereador, Itaquaquecetuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 15% · próprios 85%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Bens permanentesR$ 77054,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 20314,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 19714,0%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 302,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 21014,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.