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Linho

Foto de Carlos Alberto Rezende Lopes
Linho
Carlos Alberto Rezende Lopes (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PT
65 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Linho (Carlos Alberto Rezende Lopes) disputou 8 eleições entre 1996 e 2024, para vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Indaiatuba em 2012, 2008 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por SP: 5.507 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Indaiatuba/SP, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 835) e impulsionamento de conteúdos (R$ 700). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 18 mil em 2016 (47% com publicidade por materiais impressos) e R$ 97 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

711 votos em 2024 · 8 eleições

A votação de Carlos Alberto Rezende Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos

Linho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Indaiatuba (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2024, e deputado federal por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 835). Em 2016, 47% dos R$ 18 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, R$ 97 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 4 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 18 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Indaiatuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
sem doações de pessoas
FEFC 54% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 4 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil43,0%
  • Materiais impressosR$ 83519,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 70016,5%
  • Serviços contábeisR$ 70016,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 1804,2%
2016Vereador, Indaiatuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
doações de pessoas
partido 2% · pessoas 5% · próprios 93%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil46,7%
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil42,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 7604,2%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 4582,5%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 40 lançados como "diversas a especificar"R$ 8124,5%
2014Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 95 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 83% · pessoas 13% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 97 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 33 mil34,4%
  • Serviços de terceirosR$ 19 mil19,6%
  • Materiais impressosR$ 14 mil14,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil11,3%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 20 mil20,6%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Indaiatuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 9% · próprios 87%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil29,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil28,6%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 3 mil17,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil8,4%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil16,2%
2008Vereador, Indaiatuba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 11 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 13% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 11 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil39,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil22,1%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil16,0%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 1 mil11,3%
  • Outras 6 categoriasR$ 1 mil11,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.