Davino Francisco Neves

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Davino Francisco Neves
3 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PV
40 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Advogado
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Davino Falcão (Davino Francisco Neves) disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SP: 1.200 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Campinas/SP, declarou R$ 13 mil em receitas, de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil), militância e mobilização de rua (R$ 4 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 2 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 17 mil.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

771 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Davino Francisco Neves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 13 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos contratados

Davino Falcão declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2014, e vereador em Campinas (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 13 mil em receitas, de doações privadas (13 doadores). Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 4 mil). Em 2014, R$ 17 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 13 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 13 milcontratados
Gastos em 2014R$ 17 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2016Vereador, Campinas (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
13 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil41,4%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil32,6%
  • Serviços de terceirosR$ 8806,5%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 567 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil19,4%
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 17 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 65% · pessoas 26% · empresas 9%
Gasto contratado
R$ 17 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 5 mil26,0%
  • Materiais impressosR$ 1 mil8,2%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil7,5%
  • Materiais impressosR$ 5213,0%
  • Outras 7 categoriasR$ 10 mil55,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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