Mariazinha

Foto de Maria Aparecida Goncalves
Mariazinha
Maria Aparecida Goncalves (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PL
64 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mariazinha (Maria Aparecida Gonçalves) disputou 6 eleições entre 1996 e 2020, para vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Cândido Mota em 2000. A maior votação foi em 2004, para vereadora em Cândido Mota/SP: 499 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Cândido Mota/SP, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 499 de outras campanhas, R$ 250 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), pessoal (R$ 350) e publicidade por jornais e revistas (R$ 200). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 882, 45% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

311 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Maria Aparecida Goncalves em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 3 mil em gastos

Mariazinha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Cândido Mota (SP) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 499 de outras campanhas, R$ 250 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e pessoal (R$ 350). Em 2016, 45% dos R$ 882 em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 3 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 882contratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Cândido Mota (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 8% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 3 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil78,4%
  • PessoalR$ 35013,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2007,8%
2016Vereadora, Cândido Mota (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 882
doações de pessoas
partido e outras campanhas 50% · pessoas 23% · próprios 27%
Gasto contratado
R$ 882
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 40045,4%
  • Materiais impressosR$ 34439,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 9811,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 404,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleita em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892