Diego de Nadai disputou 5 eleições entre 2000 e 2012, para prefeito, deputado federal e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Americana em 2008; vereador de Americana em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Americana/SP: 72.942 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2012 para prefeito em Americana/SP, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 359 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 674 mil de doações privadas (135 doadores) e R$ 55 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 839 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 472 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 112 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 107 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 690 mil em 2008 e R$ 131 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
72.942 votos em 2012 (anulados) · 5 eleições
A votação de Diego de Nadai em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2012: R$ 1,1 milhão em receitas · R$ 839 mil em gastos contratados
Diego de Nadai declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por São Paulo em 2006, e prefeito em Americana (SP) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 359 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 674 mil de doações privadas (135 doadores) e R$ 55 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 839 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 472 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 112 mil). Em 2008, R$ 690 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 131 mil em gastos contratados.
Receitas em 2012R$ 1,1 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 839 milcontratados
Gastos em 2008R$ 690 milcontratados, campanha encerrada
Outras 11 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 51 mil38,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2012VOTOS ANULADOSCANCELADO72.942LAmericana, São Paulo · 32 anos · Superior completo · Advogado · PSDB · nº 45 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Coligação: PSL / PSC / PR / PPS / DEM / PRTB / PHS / PMN / PSB / PV / PRP / PSDB / PSD / PC do B
Vereador · 2000ELEITO · MÉDIA1.616LAmericana, São Paulo · 20 anos · Superior incompleto · Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados · PMDB · nº 15333 · ver resultado completo
Coligação: PMDB / PPB / PST
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.