- Combustíveis e lubrificantesR$ 32118,8%
- Serviços de terceirosR$ 25014,7%
- Materiais impressosR$ 17010,0%
- Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 633,7%
- Outras 1 categoriaR$ 90052,8%
Sérgio Darós disputou 3 eleições entre 2000 e 2008, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de São Miguel da Boa Vista em 2000. Na campanha de 2008 para vereador em São Miguel da Boa Vista/SC, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 321), serviços de terceiros (R$ 250) e publicidade por materiais impressos (R$ 170).
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Sérgio Darós declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em São Miguel da Boa Vista (SC) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 321) e serviços de terceiros (R$ 250).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.