Joao Rodoger

Foto de Joao Rodoger de Medeiros
Joao Rodoger
Joao Rodoger de Medeiros (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PSD
53 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Técnico em Agronomia e Agrimensura
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Joao Rodoger (João Rodoger de Medeiros) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: prefeito de Santa Cecília em 2008 e 2004. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Santa Cecília/SC: 5.319 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Santa Cecília/SC, declarou R$ 102 mil em receitas, de doações privadas (45 doadores). Os gastos contratados somam R$ 102 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 35 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 19 mil) e publicidade por adesivos (R$ 8 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 98 mil.

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Evolução da votação nas eleições

3.927 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Joao Rodoger de Medeiros em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 102 mil em receitas · R$ 102 mil em gastos contratados

Joao Rodoger declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Santa Cecília (SC) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 102 mil em receitas, de doações privadas (45 doadores). Os gastos contratados somam R$ 102 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 35 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 19 mil). Em 2008, R$ 98 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 102 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 102 milcontratados
Gastos em 2008R$ 98 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2016Prefeito, Santa Cecília (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 102 mil
45 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 102 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 35 mil34,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 19 mil18,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 8 mil7,9%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 8 mil7,4%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 33 mil32,3%
2008Prefeito, Santa Cecília (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 98 mil
60 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 24% · pessoas 49% · empresas 27%
Gasto contratado
R$ 98 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 28 mil28,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 19 mil19,2%
  • PessoalR$ 4 mil3,6%
  • Materiais impressosR$ 3 mil3,1%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 546 lançados como "diversas a especificar" e R$ 600 doados a outros candidatos e partidosR$ 44 mil45,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892