Paulo Coelho

Foto de Paulo Roberto Coelho
Paulo Coelho
Paulo Roberto Coelho (nome civil)
4 eleições entre 1996 e 2014 · último partido PSC
58 anos em 2014 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Empresário

Paulo Coelho (Paulo Roberto Coelho) disputou 4 eleições entre 1996 e 2014, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por SC: 349 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SC, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 11 mil de outros recursos do partido, R$ 100 de doações privadas e R$ 1 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 6 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 3 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 83% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

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Evolução da votação nas eleições

349 votos em 2014 · 4 eleições

A votação de Paulo Roberto Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 12 mil em receitas · R$ 12 mil em gastos contratados

Paulo Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Florianópolis (SC) em 2012, e deputado estadual por Santa Catarina em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 12 mil em receitas: R$ 11 mil de outros recursos do partido, R$ 100 de doações privadas e R$ 1 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 6 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 3 mil). Em 2012, 83% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2014R$ 12 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 12 milcontratados
Gastos em 2012R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2014Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas
partido 89% · pessoas menos de 1% · empresas 10%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 6 mil48,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil25,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil15,4%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 mil10,1%
2012Vereador, Florianópolis (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil83,4%
  • Materiais impressosR$ 5089,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4137,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892