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Armando

Foto de Luis Armando Corrêa Azambuja
Armando
Luis Armando Corrêa Azambuja (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2024 · último partido PSDB
53 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Vigilante
redes informadas ao TSE

Armando (Luís Armando Corrêa Azambuja) disputou 7 eleições entre 2000 e 2024, para vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 6 vezes: vereador de Viamão em 2020, 2016, 2012, 2008, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2012, para vereador em Viamão/RS: 2.234 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Viamão/RS, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 13 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 12 mil em 2020 (46% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 20 mil em 2016.

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Evolução da votação nas eleições

1.182 votos em 2024 · 7 eleições

A votação de Luis Armando Corrêa Azambuja em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 22 mil em receitas · R$ 22 mil em gastos

Armando declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Viamão (RS) em 2008, 2012, 2016, 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 22 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de doações privadas e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 22 mil, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 13 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2020, 46% dos R$ 12 mil em gastos foram com impulsionamento de conteúdos; em 2016, R$ 20 mil em gastos contratados.

Receitas em 2024R$ 22 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 22 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 12 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Viamão (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
doações de pessoas
FEFC 14% · pessoas 63% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 22 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 13 mil61,9%
  • Materiais impressosR$ 5 mil25,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil13,0%
2020Vereador, Viamão (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 16 mil
doações de pessoas
FEFC 25% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 37% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 12 mil
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 6 mil46,5%
  • Materiais impressosR$ 3 mil27,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil20,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 7005,8%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 3 lançados como "diversas a especificar"R$ 240,2%
2016Vereador, Viamão (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 20 mil
doações de pessoas
pessoas 5% · próprios 95%
Gasto contratado
R$ 20 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil21,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil17,5%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil10,7%
  • PessoalR$ 1 mil7,2%
  • Outras 6 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil43,2%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Viamão (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil28,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil18,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil14,1%
  • Materiais impressosR$ 3 mil13,9%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil24,6%
2008Vereador, Viamão (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 45% · próprios 54%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil44,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil34,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2 mil13,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1211,0%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 640 lançados como "diversas a especificar"R$ 7536,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.