Belmonte

Foto de Rogerio Heitor da Silva Belmonte
Belmonte
Rogerio Heitor da Silva Belmonte (nome civil)
3 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PT
50 anos em 2016 · Masculino · Superior incompleto
Técnico Contabilidade, Estatística, Economia Doméstica e Administração
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Belmonte (Rogerio Heitor da Silva Belmonte) disputou 3 eleições entre 2000 e 2016, para vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Sapucaia do Sul/RS: 418 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Sapucaia do Sul/RS, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil) e publicidade por adesivos (R$ 3 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 12 mil, 63% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

418 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Rogerio Heitor da Silva Belmonte em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 21 mil em receitas · R$ 21 mil em gastos contratados

Belmonte declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Sapucaia do Sul (RS) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 21 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 21 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 6 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 5 mil). Em 2008, 63% dos R$ 12 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 21 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 21 milcontratados
Gastos em 2008R$ 12 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Sapucaia do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 23% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 6 mil27,9%
  • Materiais impressosR$ 5 mil21,0%
  • Publicidade por adesivosR$ 3 mil15,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil9,1%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 5 lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil26,7%
2008Vereador, Sapucaia do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 12 mil
doações de pessoas
pessoas 4% · próprios 96%
Gasto contratado
R$ 12 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil63,0%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil8,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 9207,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 2972,4%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil18,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892