- Publicidade por adesivosR$ 2 mil57,0%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 87723,1%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 41410,9%
- Serviços de terceirosR$ 2707,1%
- Outras 1 categoriaR$ 701,8%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Onéssimo Curto (Onéssimo Leovegildo Rosa Curto) disputou 6 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de São Sepé em 2012, 2000 e 1996. A maior votação foi em 1996, para vereador em São Sepé/RS: 687 votos. Na campanha de 2016 para vereador em São Sepé/RS, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 270 de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 877) e combustíveis e lubrificantes (R$ 414). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 592 em 2012 (58% com publicidade por placas, estandartes e faixas) e R$ 896 em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Onéssimo Leovegildo Rosa Curto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Onéssimo Curto declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em São Sepé (RS) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 270 de doações privadas e R$ 4 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 2 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 877). Em 2012, 58% dos R$ 592 em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas; em 2008, 67% dos R$ 896 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.