- Materiais impressosR$ 34 mil13,5%
- Serviços de terceirosR$ 21 mil8,4%
- Locação de imóveisR$ 10 mil4,0%
- Outras 7 categoriasR$ 185 mil74,2%
Professor Mário (Mario Andrade Cardoso) disputou 6 eleições entre 1990 e 2010, para deputado federal, prefeito, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2006, para senador por PA: 880.687 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por PA, declarou R$ 250 mil em receitas: R$ 113 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 17 mil de empresas e R$ 108 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 250 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 134 mil), publicidade por telemarketing (R$ 38 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 761 mil em 2008 e R$ 193 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mario Andrade Cardoso em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Mário declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: senador por Pará em 2006, prefeito em Belém (PA) em 2008, e deputado federal por Pará em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 250 mil em receitas: R$ 113 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 17 mil de empresas e R$ 108 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 250 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 134 mil) e publicidade por telemarketing (R$ 38 mil). Em 2008, R$ 761 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 193 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.