- Serviços de terceirosR$ 389 mil52,0%
- Materiais impressosR$ 92 mil12,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 82 mil11,0%
- Serviços contábeisR$ 45 mil6,0%
- Outras 12 categoriasR$ 141 mil18,8%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sergio Moraes (Sérgio Ivan Moraes) disputou 8 eleições entre 1994 e 2024, para prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 7 vezes: prefeito de Santa Cruz do Sul em 2024, 2000 e 1996; deputado federal em 2014, 2010 e 2006; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por RS: 115.155 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 54,2 milhões empenhados em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 56 municípios; 97% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2024 para prefeito em Santa Cruz do Sul/RS, declarou R$ 760 mil em receitas: R$ 666 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil do Fundo Partidário, R$ 68 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 748 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 389 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 82 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 165 mil em 2016 e R$ 288 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sergio Ivan Moraes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sergio Moraes declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2014, e prefeito em Santa Cruz do Sul (RS) em 2016 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 760 mil em receitas: R$ 666 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 21 mil do Fundo Partidário, R$ 68 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 748 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 389 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil). Em 2016, R$ 165 mil em gastos contratados; em 2014, 48% dos R$ 288 mil em gastos contratados foram com publicidade por jornais e revistas.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Sergio Moraes teve R$ 54,2 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 56 municípios. Já foram pagos R$ 52,8 milhões (97%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (48%). As cidades que mais receberam foram Santa Cruz do Sul, Vera Cruz e Passo do Sobrado.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 15,4 milhões | R$ 14,7 milhões | 95% | 6 | 15 |
| 2018 | R$ 14,7 milhões | R$ 14,1 milhões | 96% | 7 | 21 |
| 2017 | R$ 11,5 milhões | R$ 11,4 milhões | 99% | 6 | 19 |
| 2016 | R$ 12 milhões | R$ 11,8 milhões | 99% | 7 | 34 |
| Total | R$ 53,6 milhões | R$ 52 milhões | 97% | 26 | 56 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.