Marcus Cunha (Marcus Siqueira da Cunha) disputou 9 eleições entre 2000 e 2024, para vereador, deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Pelotas em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por RS: 9.829 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Pelotas/RS, declarou R$ 73 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil), correspondências e despesas postais (R$ 11 mil) e pessoal (R$ 9 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 144 mil em 2022 (66% com pessoal) e R$ 110 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
1.812 votos em 2024 · 9 eleições
A votação de Marcus Siqueira da Cunha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 73 mil em receitas · R$ 70 mil em gastos
Marcus Cunha declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Pelotas (RS) em 2008, 2012, 2016 e 2024, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 73 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 52 mil de doações privadas (31 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 70 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 11 mil). Em 2022, 66% dos R$ 144 mil em gastos foram com pessoal; em 2018, R$ 110 mil em gastos.
Receitas em 2024R$ 73 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 70 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2022R$ 144 milcampanha encerrada; tudo pago
Outras 9 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil27,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2016ELEITO2.648LPelotas, Rio Grande do Sul · 50 anos · Branca · Superior completo · Advogado · PDT · nº 12500 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2012ELEITO3.470LPelotas, Rio Grande do Sul · 46 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PDT · nº 12500 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 20083.341não eleitoLPelotas, Rio Grande do Sul · 42 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PSB · nº 40500 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 2004SUPLENTE2.472LPelotas, Rio Grande do Sul · 38 anos · Superior completo · Advogado · PSB · nº 40500 · ver resultado completoprestação de contas
Deputado Federal · 2002SUPLENTE6.988GRS · 36 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PSB · nº 4050 · ver resultado completo
Vereador · 2000SUPLENTE1.088LPelotas, Rio Grande do Sul · 34 anos · Superior completo · Advogado · PSB · nº 40663 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.