Pedrinho

Foto de Pedro Godinho da Silva
Pedrinho
Pedro Godinho da Silva (nome civil)
7 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PSD
65 anos em 2016 · Masculino · Ensino fundamental completo
Servidor Público Civil Aposentado

Pedrinho (Pedro Godinho da Silva) disputou 7 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 4 vezes: vereador de Pelotas em 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RS: 21.854 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Pelotas/RS, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 15 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 38 mil em 2012 (60% com publicidade por materiais impressos) e R$ 18 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

2.435 votos em 2016 · 7 eleições

A votação de Pedro Godinho da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 23 mil em receitas · R$ 23 mil em gastos contratados

Pedrinho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, e vereador em Pelotas (RS) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 23 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 15 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 4 mil). Em 2012, 60% dos R$ 38 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 62% dos R$ 18 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 23 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 23 milcontratados
Gastos em 2012R$ 38 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Pelotas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
doações de pessoas
pessoas 35% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 23 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por adesivosR$ 15 mil63,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 4 mil16,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil9,3%
  • Locação de imóveisR$ 1 mil5,2%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 15 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil5,4%
2012Vereador, Pelotas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 49 mil
36 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 53% · empresas 17% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 38 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 23 mil60,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil10,1%
  • AlimentaçãoR$ 1 mil3,9%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5251,4%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 9 mil24,5%
2008Vereador, Pelotas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
6 doadores pessoas físicas
pessoas 58% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil61,9%
  • Multas eleitoraisR$ 5 mil29,6%
  • Serviços de terceirosR$ 7804,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5042,8%
  • Outras 2 categoriasR$ 2541,4%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 59 mil
14 doadores pessoas físicas
partido 4% · pessoas 48% · empresas 23% · próprios 26%
Gasto contratado
R$ 59 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 32 mil54,0%
  • PessoalR$ 4 mil6,1%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 3 mil5,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil4,6%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 18 mil30,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892