Idemar Barz

Foto de Idemar Barz
Idemar Barz
9 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PSDB
74 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Vereador

Idemar Barz disputou 9 eleições entre 1996 e 2024, para vereador, vice-prefeito e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 7 vezes: vice-prefeito de Pelotas em 2020 e 2016; vereador de Pelotas em 2012, 2008, 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por RS: 16.561 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Pelotas/RS, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 17 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 29 mil em 2012 (47% com publicidade por materiais impressos) e R$ 13 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

908 votos em 2024 · 9 eleições

A votação de Idemar Barz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. FederalPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 52 mil em receitas · R$ 40 mil em gastos

Idemar Barz declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, e vereador em Pelotas (RS) em 2008, 2012 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 17 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil do Fundo Partidário, R$ 11 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 17 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 5 mil). Em 2012, 47% dos R$ 29 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 45% dos R$ 13 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 52 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 40 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 29 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2008, 2012 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2024Vereador, Pelotas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 52 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 33% · Fundo Partidário 10% · pessoas 20% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 40 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 17 mil41,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil12,6%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil7,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil6,4%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 10 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 12 mil31,4%
2012Vereador, Pelotas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 41 mil
5 doadores pessoas físicas
partido menos de 1% · pessoas 36% · empresas 45% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 29 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 14 mil46,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 12 mil40,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil6,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil5,1%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 96 lançados como "diversas a especificar"R$ 2911,0%
2008Vereador, Pelotas (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 5% · pessoas 7% · empresas 7% · próprios 80%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil45,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil24,7%
  • Locação de imóveisR$ 7505,6%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 4503,4%
  • Outras 2 categoriasR$ 3 mil20,8%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 71% · pessoas 8% · empresas 3% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil33,2%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil19,8%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 5 mil13,9%
  • Impostos, contribuições e taxasR$ 2 mil4,5%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil28,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892