Professora Nara Alegre

Foto de Nara Sirlaine Alegre Piegas
Professora Nara Alegre
Nara Sirlaine Alegre Piegas (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PSDB
56 anos em 2020 · Feminino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE

Professora Nara Alegre (Nara Sirlaine Alegre Piegas) disputou 4 eleições entre 2000 e 2020, para vereadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Maçambará em 2020 e 2016; vereadora de Itaqui em 2000. A maior votação foi em 2004, para vereadora em Itaqui/RS: 792 votos. Na campanha de 2020 para vereadora em Maçambará/RS, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 838 de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 960), publicidade por materiais impressos (R$ 426) e combustíveis e lubrificantes (R$ 400). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4 mil, 47% com militância e mobilização de rua.

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Evolução da votação nas eleições

143 votos em 2020 (eleita) · 4 eleições

A votação de Nara Sirlaine Alegre Piegas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 3 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos

Professora Nara Alegre declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Maçambará (RS) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 3 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 838 de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com pessoal (R$ 960) e publicidade por materiais impressos (R$ 426). Em 2016, 47% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua.

Receitas em 2020R$ 3 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereadora, Maçambará (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 38% · pessoas 25% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 96042,0%
  • Materiais impressosR$ 42618,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 40017,5%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 40017,5%
  • Outras 2 categoriasR$ 1024,4%
2016Vereadora, Maçambará (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 16% · pessoas 8% · próprios 76%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 2 mil47,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 57915,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 51013,4%
  • Materiais impressosR$ 40810,7%
  • Outras 2 categoriasR$ 50013,2%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleita em 2000, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892