Mario Bruck

Foto de Mario Sander Bruck
Mario Bruck
Mario Sander Bruck (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2022 · PSB
58 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Mario Bruck (Mário Sander Bruck) disputou 8 eleições entre 1996 e 2022, para deputado federal, vereador, vice-prefeito, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Itaqui em 2008 e 1996; vice-prefeito de Itaqui em 2004. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por RS: 15.280 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por RS, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil do Fundo Partidário e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 591 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 324 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 91 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 19 mil em 2008 e R$ 60 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

15.280 votos em 2022 · 8 eleições

A votação de Mario Sander Bruck em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,4 milhão em gastos contratados

Mario Bruck declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006 e 2022, e vereador em Itaqui (RS) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil do Fundo Partidário e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 591 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 324 mil). Em 2008, R$ 19 mil em gastos contratados; em 2006, 46% dos R$ 60 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2022R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,4 milhãocontratados
Gastos em 2008R$ 19 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2022Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
sem doações de pessoas
FEFC 98% · Fundo Partidário menos de 1% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
pago: R$ 1,2 milhão (86%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 591 mil41,3%
  • Materiais impressosR$ 324 mil22,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 91 mil6,3%
  • Serviços de terceirosR$ 62 mil4,3%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 267 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 362 mil25,3%
2008Vereador, Itaqui (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 1% · pessoas 70% · próprios 29%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil33,2%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil11,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6793,5%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 5002,6%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 123 lançados como "diversas a especificar"R$ 10 mil49,0%
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 64 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 52% · empresas 25% · próprios 16% · outras 7%
Gasto contratado
R$ 60 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 27 mil45,8%
  • Materiais impressosR$ 9 mil15,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil7,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 4 mil7,0%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 974 lançados como "diversas a especificar"R$ 15 mil24,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 1996, 2004 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892