Jorge Luis Rizzon de Godoy

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Jorge Luis Rizzon de Godoy
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PP
49 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio
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Jorge de Godoy - Jorgito (Jorge Luis Rizzon de Godoy) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para vereador e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Flores da Cunha em 2012 e 2004. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Flores da Cunha/RS: 6.771 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Flores da Cunha/RS, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 517 de outros recursos do partido e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 518). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 6 mil, 46% com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos.

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Evolução da votação nas eleições

674 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Jorge Luis Rizzon de Godoy em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos contratados

Jorge de Godoy - Jorgito declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Flores da Cunha (RS) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 517 de outros recursos do partido e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil). Em 2012, 46% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com baixa de estimáveis - cessão ou locação de veículos.

Receitas em 2016R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 5 milcontratados
Gastos em 2012R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2016Vereador, Flores da Cunha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
sem doações de pessoas
partido 10% · próprios 90%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil27,6%
  • Materiais impressosR$ 5189,5%
  • Materiais impressosR$ 2154,0%
  • Baixa de estimaveis - serviços próprios prestados por terceirosR$ 2003,7%
  • Outras 8 categoriasR$ 3 mil55,3%
2012Vereador, Flores da Cunha (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3706,0%
  • Outras 4 categoriasR$ 6 mil94,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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