Glória Canal Fantinelli

Foto de Glória Canal Fantinelli
Glória Canal Fantinelli
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PDT
68 anos em 2016 · Feminino · Superior incompleto
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Glória Canal Fantinelli disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para vereadora. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2004, para vereadora em Carlos Barbosa/RS: 419 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Carlos Barbosa/RS, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 593 de outras campanhas, R$ 850 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 850) e combustíveis e lubrificantes (R$ 689). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil.

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Evolução da votação nas eleições

229 votos em 2016 · 4 eleições

A votação de Glória Canal Fantinelli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 4 mil em receitas · R$ 4 mil em gastos contratados

Glória Canal Fantinelli declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereadora em Carlos Barbosa (RS) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 593 de outras campanhas, R$ 850 de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 4 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 850). Em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Carlos Barbosa (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 13% · pessoas 19% · próprios 68%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil29,7%
  • Serviços de terceirosR$ 3006,7%
  • Materiais impressosR$ 1733,9%
  • PessoalR$ 1202,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil57,0%
2008Vereadora, Carlos Barbosa (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 7% · próprios 93%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 52124,1%
  • Serviços de terceirosR$ 703,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 2 mil72,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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