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Dina

Dina
Dina Marilú Machado Almeida (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2008 · PC do B
58 anos em 2008 · Feminino · Superior completo
Servidor Público Civil Aposentado

Dina (Dina Marilú Machado Almeida) disputou 5 eleições entre 1996 e 2008, para vereadora e deputada estadual, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 3 vezes: vereadora de Cachoeira do Sul em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2006, para deputada estadual por RS: 3.212 votos. Na campanha de 2008 para vereadora em Cachoeira do Sul/RS, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil), serviços de terceiros (R$ 2 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 610). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 7 mil, 80% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

822 votos em 2008 · 5 eleições

A votação de Dina Marilú Machado Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 8 mil em receitas · R$ 8 mil em gastos contratados

Dina declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Rio Grande do Sul em 2006, e vereadora em Cachoeira do Sul (RS) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 8 mil em receitas: R$ 7 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 8 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil) e serviços de terceiros (R$ 2 mil). Em 2006, 80% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2008R$ 8 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 8 milcontratados
Gastos em 2006R$ 7 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2008Vereadora, Cachoeira do Sul (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 83% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 3 mil36,4%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil18,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6107,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3504,3%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil33,2%
2006Deputada estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 7 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 33% · próprios 67%
Gasto contratado
R$ 7 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 5 mil79,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6009,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3124,7%
  • Outras 1 categoriainclui R$ 439 lançados como "diversas a especificar"R$ 4396,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleita em 1996, 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.