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Gilvan Ramos

Foto de Gilvan Ramos de Almeida
Gilvan Ramos
Gilvan Ramos de Almeida (nome civil)
2 eleições entre 2000 e 2020 · último partido MDB
57 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Gilvan Ramos (Gilvan Ramos de Almeida) disputou 2 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Ariquemes/RO: 1.399 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para prefeito em Ariquemes/RO, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 168 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 40 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 40 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil).

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Evolução da votação nas eleições

1.399 votos em 2020 (anulados) · 2 eleições

A votação de Gilvan Ramos de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 168 mil em receitas · R$ 168 mil em gastos

Gilvan Ramos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Ariquemes (RO) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 168 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 168 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 40 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 40 mil).

Receitas em 2020R$ 168 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 168 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Ariquemes (RO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 168 mil
doações de pessoas
FEFC 89% · pessoas menos de 1% · próprios 10%
Gasto contratado
R$ 168 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 40 mil24,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 40 mil23,8%
  • Materiais impressosR$ 34 mil20,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 15 mil8,6%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 39 mil23,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.