Luiz Almir

Foto de Luiz Almir Filgueiras Magalhães
Luiz Almir
Luiz Almir Filgueiras Magalhães (nome civil)
9 eleições entre 1996 e 2020 · último partido PSDB
67 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Vereador
redes informadas ao TSE

Luiz Almir (Luiz Almir Filgueiras Magalhães) disputou 9 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 6 vezes: vereador de Natal em 2016, 2012, 2000 e 1996; deputado estadual em 2006 e 2002. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Natal/RN: 178.249 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Natal/RN, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 37 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil), militância e mobilização de rua (R$ 19 mil) e publicidade por carros de som (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 81 mil em 2016 e R$ 120 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

3.527 votos em 2020 · 9 eleições

A votação de Luiz Almir Filgueiras Magalhães em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 75 mil em receitas · R$ 68 mil em gastos

Luiz Almir declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2006 e 2010, e vereador em Natal (RN) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 75 mil em receitas: R$ 37 mil de doações privadas (14 doadores) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 68 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 19 mil). Em 2016, R$ 81 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 120 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 75 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 68 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 81 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Natal (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 75 mil
14 doadores pessoas físicas
pessoas 50% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 68 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 23 mil34,3%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 19 mil27,3%
  • Publicidade por carros de somR$ 10 mil14,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil8,7%
  • Outras 6 categoriasR$ 10 mil15,1%
2016Vereador, Natal (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 81 mil
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 12% · próprios 88%
Gasto contratado
R$ 81 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 23 mil28,5%
  • PessoalR$ 22 mil27,1%
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil8,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil6,2%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 500 doados a outros candidatos e partidosR$ 24 mil29,5%
2012Vereador, Natal (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 255 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 67% · próprios 33%
Gasto contratado
R$ 120 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 44 mil36,9%
  • Materiais impressosR$ 37 mil30,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 26 mil21,2%
  • AlimentaçãoR$ 8 mil6,9%
  • Outras 1 categoriaR$ 6 mil4,7%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 382 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 53% · empresas 26% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 382 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 110 mil28,8%
  • Serviços de terceirosR$ 84 mil22,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 74 mil19,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 58 mil15,3%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 55 mil14,4%
2006Deputado estadual, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 113 mil
16 doadores pessoas físicas
pessoas 73% · empresas 13% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 112 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 32 mil28,9%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 20 mil17,3%
  • Materiais impressosR$ 16 mil14,2%
  • Despesas postaisR$ 13 mil11,7%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 31 mil27,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2006, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892