Flavio Menendes

Foto de Antonio Flavio Horato Menendes
Flavio Menendes
Antonio Flavio Horato Menendes (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2016 · último partido PC do B
48 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Vendedor Pracista, Representante, Caixeiro-Viajante e Assemelhados

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Flavio Menendes (Antônio Flávio Horato Menendes) disputou 5 eleições entre 2000 e 2016, para vereador, deputado federal, deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RJ: 2.425 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Santo Antônio de Pádua/RJ, declarou R$ 856 em receitas: R$ 300 de doações privadas e R$ 556 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 856, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 540), serviços de terceiros (R$ 200) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 100). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 87% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

61 votos em 2016 · 5 eleições

A votação de Antonio Flavio Horato Menendes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualVereadorDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 856 em receitas · R$ 856 em gastos contratados

Flavio Menendes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006, e vereador em Santo Antônio de Pádua (RJ) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 856 em receitas: R$ 300 de doações privadas e R$ 556 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 856, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 540) e serviços de terceiros (R$ 200). Em 2006, 87% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 856campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 856contratados
Gastos em 2006R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Santo Antônio de Pádua (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 856
doações de pessoas
pessoas 35% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 856
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 54063,1%
  • Serviços de terceirosR$ 20023,4%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 10011,7%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 161,9%
2006Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 35% · próprios 65%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil86,7%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 18513,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892